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Qtde
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Ação
16/07/2013 15:53:12

IATF: Vantagens e limitações

A inseminação artificial (IA) consiste no conjunto de eventos que acontecem desde a colheita do sêmen, sua análise e processamento em laboratório, a manutenção por períodos variáveis em condições extracorpóreas, até a sua introdução no trato genital de uma fêmea realizando a inseminação artificial (IA). 

O uso da inseminação artificial (IA) é uma ferramenta essencial para o melhoramento genético e aumento da eficiência produtiva dos rebanhos.
De todas as biotécnicas existentes que são aplicadas à reprodução animal, a inseminação artificial (IA) é a mais antiga e também, a mais eficiente. Inicialmente, o objetivo da inseminação artificial (IA)  era a erradicação de doenças infecciosas transmitidas pelo touro durante a monta natural, difundindo-se em seguida, como um instrumento eficaz e econômico para o melhoramento genético dos rebanhos.

A partir do momento que passaram a congelar o sêmen, a inseminação artificial (IA) tornou-se mais rápida e mais controlada, viabilizando o uso de sêmen de um certo animal em épocas futuras.

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Vantagens

Limitações

Controle da transmissão de doenças infectocontagiosas da esfera reprodutiva

Falta de mão-de-obra especializada

Incremento do melhoramento genético e da produção animal

Utilização da técnica incorretamente

Aprimoramento do controle zootécnico

Racionalização do manejo reprodutivo

Redução dos problemas de partos em novilhas, usando-se touros com facilidade de parto

Possibilidade do nascimento de crias após a morte do pai


Para a realização desta técnica são utilizados os seguintes materiais:
 Botijão com nitrogênio líquido
 Sêmen
 Luvas descartáveis
 Bainhas descartáveis
 Aplicador
 Termômetro
 Cortador de palhetas
 Pinça
 Tesoura
 Papel toalha
 Garrafa térmica
 Recipiente para descongelação do sêmen

Antes da inseminação artificial (IA) deve-se verificar se a vaca está no cio, sendo que essa verificação é de extrema importância para o sucesso do procedimento. São recomendadas duas observações ao dia, uma no início da manhã e outra no final da tarde, por um período de 60 minutos, no mínimo. Identifica-se o cio através da aceitação da monta de outros animais. É comum utilizar rufiões para esta identificação, com ou sem bucal marcador (marcando com tinta a fêmea que deixou ser montada). As vacas que estiverem no cio devem ser identificadas e, no final deste, deve ser realizada a inseminação artificial (IA)  utilizando um método prático que é: vacas que apresentam cio pela manhã, devem ser inseminadas artificialmente na tarde do mesmo dia; vacas que apresentam cio a tarde, devem ser inseminada na manhã seguinte (recomenda-se intervalo de 12 horas).

Antes de inseminar a vaca, examine cuidadosamente sua ficha, verificando os últimos acontecimentos. Caso haja alguma anormalidade ou então, caso tenha parido a menos de 45 dias, não realize o procedimento.

Os procedimentos da técnica propriamente dita são:
 Conter o animal no tronco
 Esvaziar o reto e observar o aspecto do muco vaginal
 Realizar uma correta higienização do períneo e da vulva
 Preparar o aplicador, a bainha, a tesoura, o papel toalha, a luva e a pinça
 Aquecer a água a 37°C para descongelar o sêmen e descongelá-lo adequadamente (37°C por 30 segundos)
 Secar a palheta adequadamente
 Montar o aplicador com a palheta
 Calçar a luva
 Abrir os lábios vulvares e introduzir o aplicador na vagina
 Introduza a mão no reto, encontre a cérvix da vaca e passe o aplicador até o corpo do útero
 Deposite o sêmen devagar
 Retire o aplicador e a mão do reto
 Retire o aplicador e o braço e faça uma massagem no clitóris da vaca
 Retire a bainha descartável e a luva e joge-as no lixo
 Realizar limpeza do aplicador universal periodicamente
 Anote todos os dados da inseminação artificial (IA)  na ficha do animal



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